Finasterida

A finasterida certamente é o remédio mais conhecido que combate a calvície masculina.

Comercializado no Brasil para o tratamento da alopecia androgenética desde a década de 90, o medicamento é muito sugerido para inibir o progresso da queda capilar de motivo genético e hormonal, além de auxiliar na recuperação das áreas calvas.

Entretanto, os preocupantes efeitos colaterais (que fizeram a própria bula da finasterida ser alterada algumas vezes) fazem com que diversas pessoas tenham receio do tratamento (e com razão!) e acabam optando em comprar essa aqui que não possui efeitos colaterais!

Nesse artigo você vai saber o que é a finasterida, como ela funciona, quais são os riscos e efeitos colaterais (e se é possível evitá-los), qual é o custo-benefício e se vale a pena optar por esse tratamento.

Por ser um artigo longo, já adianto para vocês a solução 100% natural e sem efeitos colaterais, tanto para a queda de cabelo quanto para a calvície. Clique aqui agora para conhecer. Essa é nossa melhor recomendação sem riscos a sua saúde!

Criação da finasterida

A origem para a fabricação do remédio foi uma estudo publicado na década de 70, que percebeu uma mutação de origem genética em crianças com quadros de pseudohermafroditismo.

Essa anomalia fazia com que as crianças possuíssem baixos níveis da enzima 5α-redutase (“cinco alfa redutase”), que torna o hormônio testosterona em di-hidrotestosterona (conhecido como DHT). Essas crianças tinham próstatas de tamanho inferior que o normal, além de não desenvolver a calvície masculina.

Tendo como base esse estudo, o famoso laboratório Merck procurou fabricar um medicamento que copiasse esse efeito e diminuísse os níveis de DHT no organismo, com o intuito de usa-lo para cuidar da hiperplasia prostática benigna, que provoca o aumento do tamanho da próstata e pode causar problemas urinários.

Alguns dos medicamentos fabricados pelo laboratório Merck: Proscar (finasterida 5mg) e Propecia (finasterida 1mg).

Na década de 90 a FDA (Food and Drug Administration, agência reguladora da comercialização dos medicamentos nos EUA) concedeu a comercialização da finasterida 5mg (que recebera o nome de Proscar) para o tratamento da hiperplasia prostática benigna.

Ainda na década de 90 (por volta de 1997) a versão de 1mg (conhecida como Propecia) foi autorizada para tratar da alopecia androgenética, e em 98 a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária, órgão brasileiro similar à FDA) concedeu sua comercialização no Brasil.

A patente que o laboratório Merck possuía sobre a finasterida 5mg foi derrubada em junho de 2006, e a da finasterida 1mg vencera no fim de 2013. A partir de então, muitos laboratórios fabricaram versões genéricas dos medicamentos.

Como a finasterida atua

Em homens, a testosterona é produzida principalmente pelos testículos e em pequenas quantidades pelas glândulas supra-renais.

A maior parte da testosterona é transportada para uma proteína plasmática específica chamada globulina de ligação hormonal sexual (SHBG).

Esta proteína é produzida no fígado e transporta os hormônios sexuais (andrógenos em machos e estrogênios nas fêmeas) para seu local de ação no corpo.

A testosterona que não se liga à SHBG é denominada testosterona livre e é essa testosterona que pode ser convertida em dihidrotestosterona (DHT) pela enzima 5-alfa redutase. Tanto a DHT como a testosterona podem se ligar ao receptor de andrógenos, mas a DHT se liga com maior afinidade que a testosterona não ligada ou inalterada.

Uma vez ligado ao receptor de androgênio, a DHT ou a testosterona formam um complexo que sofre uma mudança estrutural. Esse complexo então se move para o núcleo da célula e se liga a sequências nucleotídicas específicas do DNA chamadas elementos de resposta hormonal.

Essa ligação do complexo aos elementos traz mudanças na transcrição de várias proteínas mediadas por genes específicos, o que produz os efeitos androgênicos.

A DHT promove o crescimento das características sexuais masculinas, incluindo o pénis, os testículos e o escroto, bem como o cabelo púbico e o cabelo corporal.

Este hormônio também promove o crescimento da próstata. A conversão de testosterona em DHT é, portanto, essencial para garantir o desenvolvimento e a função sexual saudáveis ​​nos machos.

Finasterida atua inibindo a enzima 5-alfa redutase que converte a testosterona em DHT, especificamente a enzima 5-alfa redutase tipo II.

A finasterida é usada para tratar uma condição da próstata chamada hiperplasia prostática benigna, também chamada de aumento da próstata.

Uma vez que a DHT estimula o crescimento da próstata, a finasterida ajuda a reduzir o tamanho da próstata, bloqueando a conversão de testosterona em DHT e diminuindo os níveis sanguíneos e teciduais desse hormônio.

Os sintomas associados à hiperplasia benigna da próstata, que podem melhorar com o tratamento com finasterida, incluem dificuldade em urinar, aumento da frequência de urina e diminuição do fluxo urinário. A dose de finasterida aprovada pela FDA para tratar esta condição é de 5 mg por dia.

Finasterida (1 mg por dia) também mostrou beneficiar homens com perda de cabelo leve a moderada. Nos homens, a DHT é necessária para a iniciação e progressão da miniaturização folicular, bem como a destruição de folículos pilosos que se observa na calvície masculina.

A administração de finasterida, portanto, evita essa destruição do folículo capilar e calvície, reduzindo a quantidade de DHT circulante.

Finasterida: resultados

A finasterida consegue reduzir o avanço da queda de cabelo (fazendo com que a calvície atue de maneira mais devagar ou mais demorada que o normal) permitindo com que alguns dos folículos que estavam em estágio de miniaturização voltem ao normal, aumentando assim o número de cabelos aparentes ajudando a preencher as áreas calvas.

Entretanto é necessário ser realista com relação aos possíveis resultados antes de se tratar com finasterida.

Apesar de o medicamento ter certa eficácia na maior parte dos casos, certamente o paciente não vai recuperar todo o cabelo que já perdeu ao longo vida (muitos folículos já podem ter sido completamente desativados).

Além disso, como o cabelo demora para crescer, o tratamento pode demorar meses para os primeiros efeitos visíveis surgirem (o ganho máximo costuma ser atingido depois de dois anos de uso da finasterida). E esse é um dos fatores que nos leva a indicar fortemente outro produto. Clique aqui para conhecer!

A finasterida funciona de forma razoável nos casos pequenos e moderados de calvície, em que a famosa queda de cabelo alcança o cume da cabeça (a recuperação em casos de calvície total é improvável).Além disso, infelizmente os resultados não são considerados permanentes: se o tratamento for pausado, a calvície avança novamente no ritmo normal, atingindo os fios que cresceram.

Finasterida nas mulheres

A utilização da finasterida em mulheres chega a ser frustrante: os resultados não parecem ser tão animadores quanto aos homens, embora existam casos bem sucedidos no tratamento da calvície feminina.

O problema principal é que o medicamento tem chances de causar má-formação no feto durante a gravidez.

Baseando-se nisso, a finasterida não pode ser consumida por mulheres em período fértil que não sigam um rígido controle anticoncepcional durante o tratamento.

Pode ser uma opção segura no tratamento de mulheres que já avançaram pela menopausa ou que não podem ter filhos, e normalmente só é sugerida como um tratamento para a calvície feminina se as outras opções não forem eficazes.

A bula da finasterida não indica a utilização do medicamento nas mulheres, o seu uso para tratamento da calvície feminina também é considerado off label.

Efeitos colaterais da finasterida

Aqui vai mais um alerta: devido aos terríveis efeitos colaterais oriundos da utilização da finasterida, há um tratamento natural que não agride sua saúde e que tem o efeito desejado. Clique aqui para conhecer.

Vale a pena correr riscos de saúde com a finasterida?

Além dos efeitos esperados, a finasterida pode causar alguns efeitos indesejados. Embora nem todos esses efeitos colaterais possam ocorrer, se eles ocorrerem, eles podem precisar de atenção médica.

Verifique com seu médico imediatamente se algum dos seguintes efeitos colaterais ocorrer ao tomar finasterida:

  • Arrepios
  • suor frio
  • confusão
  • tonturas, fraqueza ou tonturas ao se levantar de uma posição deitada ou sentada
  • Inchaço ou inchaço do rosto, braços, mãos, pernas ou pés
  • aumento e sensibilidade dos peitos
  • diminuição do interesse pela relação sexual
  • incapacidade de ter ou manter uma ereção
  • perda de habilidade sexual, desejo, impulso ou desempenho
  • coriza
  • sonolência ou sonolência incomum
  • espirros
  • nariz entupido
  • dor abdominal ou estomacal
  • dor nas costas
  • quantidade diminuída de sêmen
  • diarreia
  • tontura
  • dor de cabeça
  • incidência não conhecida
  • dor testicular

Existem relatos nas bulas da finasterida sobre o surgimento de alguns efeitos colaterais como a queda da libido, a diminuição do volume da ejaculação, o crescimento do volume e também da sensibilidade das mamas, disfunção erétil, erupções cutâneas e edema labial.

A bula informa que essas reações adversas são tidas como raras (atingindo aproximadamente 3% dos usuários), que aconteceram num grau baixo enquanto a realização de estudos e que sumiram normalmente nos homens que paralisaram o tratamento com a finasterida e também em alguns outros que mantiveram a utilização da finasterida.

No ano de 2011, a FDA adicionou nas bulas americanas a incidência da disfunção erétil que se manteve por alguns meses após a finalização do uso da finasterida.

Já em 2012 as bulas sofreram outra atualização, agora para incluir a queda da libido, problemas de ejaculação e também relacionados ao orgasmo que infelizmente continuavam a persistir por meses após a finalização do tratamento. Adicionaram também relatos de baixa qualidade do sêmen e infertilidade que foram normalizados ao interromper a ingestão da finasterida.

Efeitos colaterais apresentados na bula da finasterida 1mg

O aparecimento dos casos com reações adversas (efeitos colaterais) que persistiam trouxe a seguinte preocupação: de que eles pudessem ser permanentes, principalmente pelo fato de alguns pacientes afetados não demonstraram bons progressos com tratamentos de reposição de hormônios voltadas para a correção dessas reações.

Existe até uma termologia chamada de síndrome pós finasterida que foi criada para informar sobre esses quadros, que possivelmente envolvem alguns outros sintomas como problemas de memória, dor nos testículos, perda da sensibilidade genital, ansiedade e depressão.

Desconhece-se porém como essa síndrome aconteceria na saúde da pessoa, mas uma ideia aborda que a finasterida promoveria uma interferência na produção de alguns neuroesteróides (substâncias atuantes do sistema nervoso), o que justificaria alguns das reações de ordem sexual e emocional.

Ocorreu até o surgimento nos Estados Unidos da Post-Finasteride Syndrome Foundation (Fundação da Síndrome Pós-Finasterida).

A Fundação de Síndrome Pós-Finasterida é dedicada ao financiamento de pesquisas sobre a caracterização, mecanismos biológicos subjacentes e tratamentos da síndrome pós-finasterida (PFS). Um objetivo secundário é aumentar a conscientização pública global sobre o PFS.

Muitas vezes a alteração da vida, PFS é caracterizada por devastadores efeitos colaterais sexuais, neurológicos e físicos que persistem em homens que tomaram o inibidor de enzima enzimática do tipo II 5-alfa redutase finasterida.

Finasterida é prescrito para o tratamento da perda de cabelo sob a marca Propecia (e genéricos) e para o tratamento da próstata alargada sob a marca Proscar (e genéricos).

Vale a pena usar?

Essa decisão só você e seu médico podem tomar. O correto é procurar um bom médico para fazer um estudo específico e minucioso do seu quadro clínico, examinar seu quadro hormonal e analisar os riscos e os benefícios que a utilização da finasterida poder desempenhar em você.

Apesar de a quantidade de pessoas que manifestam os efeitos colaterais da finasterida ser considerada pequena em diversos estudos, estamos falando de reações que são bastante sérias. Portanto, o ideal é que a sua saúde seja acompanhada de perto por um bom médico durante todo o tratamento, realizando exames periódicos, observando como o seu organismo vai responder e tomando as medidas necessárias para contornar qualquer problema que venha a surgir o mais rápido possível.

Sempre preze por sua saúde. Nunca deixe a vaidade ser maior que sua saúde. Procure sempre alternativas naturais ou não prejudiciais a sua saúde. Se eu estivesse que escolher entre a finasterida e uma outra opção que não traria riscos a minha saúde, eu escolheria comprar essa aqui.

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